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Fevereiro
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Plano de saúde com coparticipação. O que você precisa saber.

Imagem: Freepik/A2R Benefícios



Ter um plano de saúde com coparticipação significa que o usuário pagará uma certa quantia para cada procedimento feito - além da mensalidade normal.

À primeira vista pode parecer uma desvantagem ter que arcar com parte dos gastos médicos de cada procedimento, mas não é bem assim. O valor da mensalidade em regime de coparticipação se apresenta muito vantajoso por ser muito mais baixo do que em planos sem esta opção.

Como funciona a coparticipação?

Com este sistema o usuário paga uma taxa cobrada pelo serviço utilizado. Essa taxa pode ser sobre um valor fixo ou uma porcentagem do serviço, de acordo com o que estiver no contrato.

O mesmo não vale para casos de internação. Neste caso só são permitidas cobranças de valores fixos, nunca percentuais.

Por ter a mensalidade muito mais em conta com a cobertura igual ao plano comum, a coparticipação se mostra mais vantajosa para pessoas que não tem doenças crônicas.

O que diz a ANS?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não coloca limites para o percentual a ser cobrado, porém dá sugestão para que este valor seja de até 30% do preço do procedimento a ser pago pela operadora de saúde.

O usuário jamais poderá ser cobrado pelo valor total do serviço e internações deverão ter um valor único, independente do procedimento e serviço.

Procedimentos com isenção de cobrança

Foram estipuladas pelo órgão regulador regras de isenção, contemplando mais de 250 procedimentos que não devem ser cobrados no plano desta modalidade.

Estes procedimentos isentos incluem tratamentos crônicos como radioterapias, hemodiálises e quimioterapias orais e intravenosas. Também estão inclusos exames preventivos como mamografia (um exame a cada 2 anos para mulheres de 40 a 69 anos), glicemia em jejum (para pacientes acima de 50 anos, uma vez por ano), testes de HIV e sífilis (também uma vez ao ano) e colonoscopia (pode ser realizados sempre que necessário para usuários de 50 a 75 anos).

O usuário terá ainda direito a isenção de cobrança para até quatro consultas por ano com pediatra, clínico geral, geriatra e ginecologista.

Já no que se trata de exames, a isenção inclui exames os pré-natal (glicemia de jejum, cultura de urina, ferro sérico, testes de COOMBS direto, toxoplasmose, EAS, hepatite, HIV, sífilis, tripagem sanguínea, citologia cérvico-uterina), até três exames de ultrassonografia e 10 consultas com obstetra e exames de triagem neonatal (olhinho, pezinho, coração e orelhinha).

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